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sexta-feira, 19 de abril de 2013

Feira de Artesanato em Brasília





Por Ana Lúcia



A 7º FINNAR está recebendo artesãos, palestrantes e oficinas de diversas partes do Brasil e do mundo.
Programe-se para os dez dias de evento e confira tudo o que vai passar por aqui.

12 a 21 de Abril
segunda à sexta - 16h as 22h
Sábado e Domigo - 11h as 22h

Local: Centro de Convenções Ulisses Guimarães

Entrada 1kg de alimento não perecível, exceto sal.

Vale a pena conferir!!!

Site da Feira: http://www.finnar.com.br/


sexta-feira, 12 de abril de 2013

Cola aí, que é sem caô

por Diego Rodrigo


Um pouco do melhor do Distrito Federal.



      Sabemos que Brasília é um grande palco de monumentos, também sabemos que é um ótimo lugar para se viver, pra se divertir; Mas afinal será que conhecemos tão bem a nossa cidade?


Temos o maior parque urbano do mundo.




O Parque da cidade Sarah Kubitscheck ocupa um espaço de 420 hectares, por dia recebe milhares de pessoas e quando chega sábado e domingo acomoda mais de 60 mil, localizado na Asa Sul do Plano Piloto temos esse patrimônio que nos oferece várias opções de lazer.


E quem já foi no teatro?





Destinado exclusivamente as artes, o Teatro Nacional já ocasionou vários artistas e também estrelas da música. Por traz dessa obra de arte temos grandes nomes, dentre eles claro, o grande arquiteto Oscar Niemeyer, Lúcio Costa e o grande poeta Joaquim Cardoso. Além de sua beleza arquitetônica não podíamos deixar de comentar, um dos melhores planos de lazer de nossa cidade.


O melhor da Ecologia.

Nas margens e traçados do DF encontramos paraísos, são eles reservas florestais, parques ambientais, lagos cachoeiras... Isso mesmo! em Brasília temos muito o que fazer: Segue abaixo algumas opções:



Chapada Imperial a maior reserva ambiental particular do DF.



Poço azul Brazlândia DF


Água Mineral (Parque Nacional de Brasília)


 Além do que foi apresentado não posso concluir sem dizer: O nosso Distrito Federal é bastante rico. No coração do Brasil um retângulo pequeno, pequeno no mapa mas grande em descobertas e possibilidades, basta ir mais além e mais um pouco depois disso. 

Bom fim de semana ^^

http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=LkC4SEKKvqM

quinta-feira, 11 de abril de 2013


Falha em atualização do Windows 7 

por Sandy Glenda

Uma das atualizações distribuída pela Microsoft na terça-feira (9) causa problemas para usuários do Windows 7.


Vocês devem ter notado reclamações constantes durante a semana, do tipo: " Não consigo ligar meu computador" entre outras. Para quem ainda não sabe, o problema está na atualização KB2823324, da versão de 32 bits do Windows 7. A instalação do pacote, distribuída pelo serviço Windows Live Update, é responsável por causar instabilidade no computador, chegando ao ponto de impedir a inicialização do sistema. Para resolver o problema só a uma opção: iniciar o Windows apertando a tecla F8 para restaurar o sistema a um ponto anterior, mas para isso, tenha em mãos um disco capaz de fazer boot com o sistema operacional. 

A Microsoft está ciente da falha e afirma que o problema é isolado ao Brasil e estão trabalhando em uma solução.

Orientações:
Quem ainda não teve o problema está sendo orientado a desativar as atualizações automáticas, no Painel de Controle.
Uma opção menos agressiva é desativar apenas a atualização causadora do problema. Isso pode ser feito no Painel de Controle. Basta acessar o Windows Update, clicar na lista de atualizações a serem instaladas e desmarcar a caixa referente à KB2823324.


segunda-feira, 8 de abril de 2013

Coreia do Norte com Valencia



 Por Maianna S.

imagens: David Guttenferd/AP


A Coreia do Norte está envolta em uma nuvem de distorção, presa em um tempo particular. Desde a criação de governos separados para as duas Coreias, em 1948, imagens da vida norte-coreana eram exercício de imaginação.



Pelo menos até 2006, quando a Associated Press (AP) inaugurou um escritório para produção de vídeos na capital Pyongyang, uma abertura inédita para a imprensa ocidental.



Em janeiro de 2013, após um ano de negociações com a Agência Central de Notícias da Coreia (KCNA), a AP abriu uma agência de notícias 24h, em um momento de crise após a morte de Kim Jong-il e a ameaça de guerra contra os Estados Unidos. 






Em março, o governo norte-coreano abriu mais uma brecha e permitiu o acesso à Internet móvel para estrangeiros. David Guttenferd, editor-chefe de Fotografia da AP na Ásia, já compartilha em seu Instagram o cotidiano de um dos países mais fechados do mundo. Para dar uma olhada, clique aqui.


Resumo: Ideia geral da Teoria Geral dos Vínculos


Por Leonardo Farias

   Quando falamos sobre percepção e comunicação interpessoal, falamos também sobre como avaliamos, em primeiro lugar, a nós mesmos e, em segundo lugar, as outras pessoas e quais os resultados dessa avaliação. A percepção, na verdade, diz mais respeito à comunicação porque ela afeta o que vamos dizer e como vamos dizer.
   A ideia  da percepção está muito ligada à ideia do feedback. É através das mensagens do feedback que percebemos o que e como estamos falando com outras pessoas. Devemos notar, ainda, que os signos não-verbais são muito importantes para nossa percepção a respeito dos outros. Em cada caso devemos olhar os signos, seu significado e suas consequências. Percebemos as pessoas após o início de uma conversação. E, nessa oportunidade, podemos também perceber e observar a nós mesmos.
   A maneira como nós vemos vai afetar, e muito, a comunicação. Há dois aspectos através dos quais percebemos a nós mesmos: a auto-imagem e a auto-estima.
   A auto-imagem é aquilo que nós pensamos que somos. Isto sempre contém uma mistura de otimismo e pessimismo. Essa auto-imagem inclui uma noção do nosso próprio físico e também de nossa personalidade. Naturalmente, não nos vemos como os outros nos veem. Mas, as atitudes dos outros a nosso respeito afetam a nossa auto-imagem.
   Estima é uma boa ou má opinião sobre algo, no caso, sobre nós mesmos. A imagem que temos de nossa pessoa constitui a estima que, por sua vez, afeta a nossa auto-imagem. Olhando para nós mesmos com mais objetividade, podemos concluir que é possível melhorar nossa auto-estima e, consequentemente, melhorar o uso da comunicação.
   Podemos  avaliar os outros olhando e ouvindo. Nossos julgamentos são mais sobre o que os outros estão pensando e sentindo e são baseados em seus papéis não-verbais. Formamos uma opinião do estado emocional de cada um e a cada momento. E percebemos isso. É algo importante, porque afeta a maneira como vamos falar com essa pessoa.
   A presunção não é apenas uma avaliação objetiva dos outros através de signos, mas é algo, também, com que visamos colocar as pessoas em determinadas categorias.
   Nossa tendência é tomar uma ou duas características da pessoa e, com elas, efetuar a nossa avaliação e julgamento. Isto é chamado de “efeito auréola”, ou seja, uma espécie de primeira impressão em torno da pessoa. Nem sempre é possível conhecer uma pessoa pelas primeiras impressões.

Cap. 2 – PLT – Mais do que palavras: Uma introdução à teoria da comunicação, Richard Dimbleby e Graeme Burton, Summus editorial, p. 82-p. 103

Resumo: Considerações básicas sobre Semiótica


Por Leonardo Farias

   A comunicação não é estática. Quando estamos mantemos uma conversação está em andamento uma contínua troca. Logo, quando falamos sobre o processo da comunicação, estamos falando sobre esse desenvolvimento ativo. A comunicação é um processo.
   Todo ato da comunicação acontece num determinado contexto. Pode ser o contexto físico ou pode ser o contexto social. Portanto, a comunicação é um processo e esse processo pode ser dividido em partes, o que nos ajuda a ver o que está acontecendo, como e por quê.
   Uma ideia fundamental é a de que, quando nos comunicamos, estamos trocando mensagens. Enviamos e recebemos mensagens. A ideia da mensagem, em seu sentido mais amplo, é cobrir uma ampla gama de formas de comunicação e meios. Quando recebemos uma mensagem somos envolvidos no processo, justamente como acontece quando enviamos nossa mensagem.
   As formas e meios de comunicação trazem mensagensque permitem compartilhar pensamentos, sentimentos, opiniões, informações e experiências com outros. A comunicação, especialmente em nossa convivência diária com os outros, não se realiza apenas sobre fatos. Ela é também, sobre atitudes, emoções e crenças.
   A comunicação engloba tudo que tenha, implicitamente, um significado no transmitir ou receber. Quando você fala algo, está produzindo signos. Um signo somente pode ser algo para nós se podemos compreendê-lo. Um signo adquire significado de acordo com os outros signos que o cercam.
   Quando nos comunicamos através de signos utilizamos códigos. O código é um sistema para a utilização de signos. As formas e códigos de comunicação são ligados por certas “regras” que se conhecem quando são utilizadas. Estas são chamadas de convenções. Esse ponto de vista considera que a comunicação é uma espécie de comportamento. Isto sugere que nos comunicamos também tendo como objetivo modificar o comportamento dos outros. Pode-se dizer que tudo que nós aprendemos, todo o arcevo de informação que adquirimos, muda nosso compotamento. Ninguém pretende, objetivamente, mudar as atitudes ou comportamento dessas pessoas. Mas isto termina acontecendo devido à acumulação de mesnsagens. Portanto, origem e destino constituem o ponto básico da comunicação, pois na verdade ela sempre começa em alguém e termina em alguém. O novo termo é feedback, que diz, que a comunicação frequentemente tem duas mãos: há uma resposta a cada mensagem enviada. E isto serve para ajustar nossa conversação de acordo com o feedback que recebemos da outra pessoa. O canal que conduz o feedback pode não ser falado. Pode ser não-verbal.


Cap. 1 – PLT – Mais do que palavras: Uma introdução à teoria da comunicação, Richard Dimbleby e Graeme Burton, Summus editorial, p. 33-p. 51

domingo, 7 de abril de 2013


por Sandy Glenda

INTRODUÇÃO
Falar de Caco Barcelos é falar diretamente de jornalismo investigativo. Durante a ditadura militar, trabalhou em veículos de imprensa alternativa. Passou pelas revistas Repórter, IstoÉ e Veja. Já cobriu guerras, catástrofes naturais, guerrilhas e se dedicou a grandes reportagens investigativas. Na Globo, trabalhou como repórter do Jornal Nacional, do Fantástico e do Globo Repórter. E, agora, está à frente do Profissão Repórter, Caco Barcelos comanda os jornalistas, a frente e atrás das câmeras, ou seja, nos bastidores da informação.


Investigação Jornalística
- Caco Barcellos
A investigação jornalística se faz com o repórter ativo, que investiga antes que a informação se torne pública. Que ouve os envolvidos e, a partir das declarações, começa a investigar, confrontar a declaração com os fatos que apurou.
Caco Barcellos traz em seu trabalho a marca da luta em defesa dos Direitos Humanos, o reconhecimento por conta disso e da constante reflexão que faz sobre o papel dos jornalistas na rotina das pessoas.
O jornalista destaca situações de amplo confronto nas cidades, onde a classe social influi sobre a atitude tomada pela política de Segurança Pública. O que deveria ser denunciado pelos jornalistas, mas segundo seus registros na cobertura de assuntos policiais a imprensa também dá tratamento diferenciado às pessoas pelo critério de sua condição social.
Barcellos coloca-se como um profissional incomodado com a realidade da imprensa e busca não apenas ouvir a versão oficial dos fatos, mas um pluralismo maior de pessoas e histórias, o contexto, as nuances, o olhar da vítima e não apenas apontar o dedo para quem cometeu aquele dano.
Em sua jornada já se enfiou nas entranhas da guerra que assusta ricos e pobres do Brasil. Conheceu os porões de delegacias e bocas de fumo, promotores e traficantes, pacifistas e matadores. Jura ser avesso ao risco e só não teme uma bala vingativa porque trata com respeito e imparcialidade seus alvos.
Algumas vezes estabelece a utilização de identidade falsa para misturar-se entre os envolvidos na investigação para apurar dados como uma prática, e usa de um discurso que coloca a situação da investigação como complexa, ele dispensando maiores esclarecimentos sobre o uso deste recurso.
- Caco Barcellos e Profissão Repórter
O Profissão repórter é um programa que ele mesmo idealizou, em que chefia e apresenta uma jovem equipe de repórteres de TV. Com a inabalável fé na capacidade transformadora da informação, a mesma que, segundo ele, também alimenta a onipresente paranoia urbana.
A ideia de fazer o Profissão Repórter surgiu do seu constante envolvimento com outras histórias e da preocupação em ouvir todos os lados, fazer algo equilibrado. Dessa forma pensou em fazer reportagens em grupos, sobre o mesmo tema, com ângulos diferentes, de forma simultânea, deixando mais completa e permitindo uma narrativa mais rápida.
A seleção de jovens recém formados, deve-se ao objetivo do programa em servir como uma espécie de “treinamento” para os jornalistas, desafiando-os a superar obstáculos. Na condução do desafio, o jornalista Caco Barcellos orienta os participantes ensinando-lhes a lidar com as dificuldades da profissão. Cada reportagem representa um novo desafio a ser vencido.
- Profissão Repórter
O programa Profissão Repórter exibido pela Rede Globo se apresenta como um produto “híbrido” do jornalismo investigativo por reunir características de diferentes gêneros. Dentro da perspectiva de trabalhar a informação de forma mais aprofundada, o quadro Profissão Repórter idealizado pelo jornalista Caco Barcellos é composta por uma equipe de jovens jornalistas. Os métodos e práticas utilizadas pelos profissionais se diferenciam da cobertura padrão do telejornalismo. Além de informar o telespectador, o programa mostra todo o processo de produção da reportagem desde a apuração até a edição, apresentando assim todas as dificuldades envolvidas no trabalho dos repórteres.
Caco Barcellos e a equipe de jovens repórteres vão às ruas para mostrar diferentes ângulos do mesmo fato, da mesma notícia. A linha de atuação da equipe é o levantamento e a checagem de informações relevantes e que contribuam para esclarecer situações que não tiveram desfecho ou são desconhecidas pelo público, embora de interesse da sociedade. Nas narrativas, elementos do cotidiano dos personagens são revelados. O jornalismo investigativo está presente na sua preocupação em trazer uma reportagem mais aprofundada e detalhada dos fatos. O programa investe tempo e dinheiro na produção de suas reportagens, deslocando sua equipe para qualquer lugar a fim de trazer a informação.
Apesar de explorar a subjetividade do repórter o programa consegue manter a imparcialidade, princípio básico do jornalismo, ouvindo sempre todos os lados da notícia e não se posicionando nem a favor nem contra. Ele simplesmente funciona como um mediador entre a notícia e o público, reportando os acontecimentos.


CONSIDERAÇÕES
Caco Barcellos e Profissão Repórter estão diretamente ligados, pois o programa é uma ideia que surgiu dele. A intenção de Barcelos é mostrar os diferentes ângulos da notícia com a ajuda de seus repórteres, ele é quem conduz o programa diretamente das ruas, onde a notícia acontece.
O estilo adotado pelo programa chama a atenção se comparado a outros de seu gênero. Profissão Repórter incorpora uma informalidade visível tanto em sua estética como em seu conteúdo, sem comprometer a credibilidade da informação reportada, mas aproximando público dos produtores de conteúdo.
A postura mais liberal do programa permite o aparecimento da subjetividade do repórter, dando vazão para um comportamento mais humano, mais próximo do telespectador. A subjetividade não é vista como um problema, mas sim como parte da própria ideologia do programa.