INTRODUÇÃO AO JORNALISMO
Importante saber
por Sandy Glenda
O
que vira notícia?
Vira notícia uma situação nova ou atípica, ocorrida no seio de uma
comunidade ou determinado âmbito específico, que mereça ser alvo de divulgação.
Notícias têm valor
jornalístico apenas quando acabaram de acontecer, ou quando não foram
noticiadas previamente por nenhum veículo. A "arte" do Jornalismo é
escolher os assuntos que mais interessam ao público e apresentá-los de modo
atraente. Nem todo texto jornalístico é noticioso, mas toda notícia é
potencialmente objeto de apuração jornalística.
Por que vira notícia?
Um
acontecimento vira notícia para transmitir algum dado ou evento socialmente
relevante que merece publicação numa mídia. Fatos políticos, sociais,
econômicos, culturais, naturais e outros podem ser notícia se afetarem
indivíduos ou grupos significativos para um determinado veículo de imprensa.
Geralmente, a notícia tem conotação negativa, justamente por ser excepcional,
anormal ou de grande impacto social, como acidentes, tragédias, guerras e golpes
de estado.
Critérios de Noticiabilidade
Novidade: A notícia deve conter informações novas, e não repetir
as já conhecidas.
Proximidade: Quanto mais próximo do leitor for o local do evento,
mais interesse a notícia gera, porque implica mais diretamente na vida do
leitor.
Tamanho: Tanto o que for muito grande quanto o que for muito
pequeno atrai a atenção do público.
Relevância: Notícia deve ser importante, ou, pelo menos,
significativa. Acontecimentos banais, corriqueiros, geralmente não interessam
ao público.
Significado: Este critério está relacionado com a proximidade
geográfica e cultural que a ocorrência possa ou não ter para o leitor. Notícias
sobre acontecimentos, pessoas e interesses mais próximos do leitor terão um
maior significado para ele.
Caráter
inesperado: Um evento
totalmente inesperado terá mais impacto do que um evento agendado e previsto.
Como o jornalista Charles Anderson Dana escreveu: "Se um cão mordeu um
homem, isso não é notícia. Mas se um homem morder um cão, isso é notícia!".
Clareza: Eventos cujas implicações sejam claras vendem mais
jornais do que aquelas que estão abertas a mais do que uma interpretação, ou
cujo entendimento exija conhecimentos acerca dos antecedentes ou contexto desse
mesmo evento.
Amplitude: Quanto maior o número de pessoas envolvidas maior a
probabilidade de o acontecimento ser noticiado. Mas há que contar com o fator
da proximidade ou o princípio do morto-quilômetro: 300 mortos em
Mogadíscio valem menos do que 10 mortos nos arredores de Lisboa (exemplo
adaptado à realidade portuguesa).
Negatividade: As más notícias vendem mais do que boas notícias. Além
disso, são mais fáceis de noticiar do que boas notícias. Entre as más notícias
há uma certa hierarquia na preferência do leitor, telespectador, ouvinte ou
internauta. O noticiário envolvendo morte tem grande impacto junto à audiência.
As mortes por assassinato são as que mais comovem e, consequentemente, atraem o
público. Depois vêm as notícias de mortes por atentados, guerras e conflitos
diversos, acidentes aéreos, automobilísticos ou por qualquer meio de transporte
e as tragédias naturais. A morte de celebridades, trágica ou não, também têm
grande poder de atração da audiência por parte dos meios de comunicação.
Frequência: Quanto menor for a duração da ocorrência menor
probabilidade terá de ser relatada em notícia. Por exemplo, um terramoto terá
mais relevo noticioso do que as medidas tomadas após o mesmo. Acontecimentos de
longa duração, como por exemplo, a viagem de satélites pelo espaço tem fraca
cobertura. Os acontecimentos rotineiros podem ser noticiados se tiverem
interesse para muita gente como os jogos de futebol do fim-de-semana e as
reuniões parlamentares, por exemplo. Já o fato rotineiro de os combóios
chegarem sempre há horas não tem valor-notícia.
Personalização: As ocorrências que possam ser retratadas como ações de
indivíduos atraem um maior interesse humano pela história relatada pelo
jornalista.
Referência
a países de elite: Notícias
relacionadas com países mais poderosos têm maior destaque do que notícias
relativas a países de menor expressão política e econômica.
Referência
a pessoas que integram a elite:
Histórias acerca de pessoas ricas, poderosas, influentes e famosas recebem uma
maior cobertura noticiosa.
Consonância: Segundo este critério os jornalistas têm esquemas
mentais em que prevêem que determinado acontecimento pode vir a ocorrer. Esta
previsão tem a ver com a experiência e rotina do jornalista que escolhe o que é
noticiável em consonância com aquilo que tinha antevisto. Assim se uma
ocorrência corresponder às expectativas do jornalista terá maiores
probabilidades de ser publicada.
Continuidade: Uma vez publicada, a notícia ganha uma certa inércia.
Como a história já foi tornada pública existe uma maior clareza acerca da
mesma. Isto cria um acompanhamento da notícia até que outras notícias mais
importantes em agenda obriguem a deixar cair o assunto.
Composição: O arranjo das notícias por rubricas, seções ou cadernos
deve ser equilibrado. Se um acontecimento internacional for importante terá de
competir com o valor de outros acontecimentos internacionais para ocupar um
determinado espaço na seção dedicada a este tipo de notícias. Assim a importância
de uma história não depende apenas do seu valor-notícia, mas também do seu
valor face a outras histórias.
Televisão-
Telejornalismo é a prática profissional do jornalismo aplicada à
televisão. Telejornais são
programas que duram entre segundos e horas e divulgam notícias dos mais
variados tipos, utilizando imagens, sons e geralmente, narração por um
apresentador (chamado de âncora,
no jargão profissional).
Rádio-
Radiojornalismo é a prática profissional do jornalismo aplicada ao
rádio. Radiojornais são
programas que duram entre segundos e horas e divulgam notícias dos mais
variados tipos, utilizando sons e locução por repórteres e apresentadores
(chamados de âncoras, no jargão
profissional).
Segundo
normas canônicas praticadas no Brasil e em outros países, o texto para
radiojornalismo deve ser ainda mais curto e objetivo que o texto jornalístico
de mídia impressa e de TV, com vocabulário o mais próximo possível do
coloquial. Deve, ainda, utilizar sempre ordem direta (sujeito; verbo;
predicado) e ser muito descritivo, para compensar a falta de imagens.
São
sete as principais características do rádio, sendo o imediatismo considerado
como a transmissão dos fatos no momento em que ocorrem; a instantaneidade como
a mensagem que precisa ser recebida no momento da emissão; a interatividade
sendo a relação direta com a mensagem durante e após a sua emissão; a
mobilidade em que o rádio, por meio do aparato tecnológico, pode ser deslocado
facilmente para a emissão e recepção da mensagem; a oralidade que desenvolve o
conceito de que o rádio fala e, para receber a mensagem, é apenas necessário
ouvir; a penetração que permite ao rádio chegar a diversos lugares, sendo que,
ao mesmo tempo, também pode estar presente o regionalismo, que integra o
ouvinte por meio das mensagens locais e a sensorialidade que aplica ao rádio a
possibilidade de despertar a imaginação por meio da mensagem.
Online- O
jornalismo digital representa uma revolução no modelo de produção e
distribuição das notícias. O papel (átomos) vai cedendo lugar a impulsos
eletrônicos (bits) que podem viajar a grandes velocidades pelas autoestradas da
informação. Estes bits podem ser atualizados instantaneamente na tela do
computador na forma de textos, gráficos, imagens, animações, áudio e vídeo;
recursos multimídia que estão ampliando as possibilidades da mídia impressa.
As características mais interessantes do Jornalismo online são:
Instantaneidade; Interatividade; Perenidade (memória, capacidade de
armazenamento de informação); Multimediação, programação; Hipertextualidade e Personalização
de conteúdo, customização.
Impresso- O Jornal impresso é um meio de comunicação, geralmente um produto derivado
do conjunto de atividades denominado jornalismo. Suas características
principais são: o uso de "papel de imprensa" - mais barato e de menor
qualidade que os utilizados por outros materiais impressos; a linguagem própria
- dentro daquilo que se entende por linguagem jornalística; e é um meio de
comunicação de massas - um bem cultural que é consumido pelas massas. Os jornais
têm conteúdo genérico, pois publicam notícias e opiniões que abrangem os mais
diversos interesses sociais. No entanto, há também jornais com conteúdo
especializado em economia, negócios ou desporto, entre outros. A periodicidade
mais comum dos jornais é a diária, mas existem também aqueles com periodicidade
semanal, quinzenal e mensal. O jornal
foi o primeiro e, por muito tempo, o principal espaço de atividade profissional
do jornalismo.
Revista- Costuma-se dizer que a revista é mais
profunda que o jornal e menos profunda que o livro, porque conhece seu leitor.
Algumas características do veículo: a variedade –
muitos assuntos para fisgar o leitor e passar a sensação de janela do mundo; a
especialização – centrada num determinado universo de expectativas, visto que
conhece seu leitor; visão de mercado – por conhecer seu público, apresenta um
produto de olho nos nichos de mercado; texto – o público é curioso, escolhe a
revista, logo, se importa com o texto; imagem – o leitor é seduzido com apelo
visual, com o bom fotojornalismo. Texto e imagem, traduzidos em matéria bem
escrita e apresentação visual eficiente são as bases da revista.
Pirâmide
Invertida:
O
que é pirâmide invertida?
Redatores
geralmente seguem uma técnica para hierarquizar as informações, apresentando-as
no texto em ordem decrescente de importância. Esta técnica tem o nome de pirâmide invertida, pois a
"base" (lado mais largo, mais importante) fica para cima (início do
texto) e o "vértice" (lado mais fino, menos relevante) fica para
baixo (fim do texto).
Como funciona a pirâmide invertida?
Geralmente, as redações começam com um parágrafo
introdutório que apresenta previamente o assunto e, durante a elaboração dos próximos
parágrafos, o assunto vai se aprofundando e as informações mais relevantes são,
pouco a pouco, elaboradas e expostas.
Com o método da pirâmide invertida, ocorre justamente o contrário. As
informações cruciais são expostas já nos primeiros três parágrafos e detalhes
mais superficiais, ou seja, os complementos concluem o texto.
Esse método costuma ser usado por jornalistas do
mundo todo para prender a atenção do leitor e dar mais dinâmica aos artigos.
Lead- A primeira parte de uma notícia,
geralmente posta em destaque relativo, que fornece ao leitor a informação
básica sobre o tema
e pretende prender-lhe o interesse. É uma expressão inglesa que significa
"guia" ou "o que vem à frente". Na teoria do
jornalismo, as seis perguntas básicas do lead devem ser respondidas na
elaboração de uma matéria; São elas: "O quê?", "Quem?",
"Quando?", "Onde?", "Como?", e "Por
quê?". O lead, portanto, deve informar qual é o fato jornalístico
noticiado e as principais circunstâncias em que ele ocorre.
Já o lead do
texto de reportagem, ou de revista, não tem a necessidade de responder imediatamente às
seis perguntas. Sua principal função é oferecer uma prévia, como a descrição de
uma imagem,
do assunto a ser abordado.
O lead deve
ser mais objetivo, evitando a subjetividade e pautar mais para exatidão, linguagem
clara e simples. Isso não significa, porém, que o lead deva ser burocrático. O
leitor ganha interesse pela notícia quando o lead é bem elaborado e coerente.
Sublead-
Parágrafo que dá sequência ao lead, complementa as informações contidas na
abertura da matéria.
Corpo-
No corpo da notícia desenvolve-se gradualmente a
informação e a contextualiza, é o que traz estrutura à notícia.
Pé-
É
o fechamento da notícia, a conclusão.
Expressões
Jornalísticas:
ON-
É
quando se revela a fonte, ela assume o que fala. Denúncias e acusações sempre
devem ser em ON.
OFF-
Quando
a fonte não é revelada, sendo ela preservada. Isso ocorre quando a fonte não
foi autorizada a falar ou por temer pela própria segurança.
O Off deve ser verificado antes da
publicação, não existe anonimato quando há ofensa contra a honra.
Caixa-alta- É uma
expressão usada em tipografia para referir a escrita com letras maiúsculas.
Caixa-baixa- Por seu turno, corresponde à escrita com letras minúsculas.
Ouvir o Outro Lado- É entrevistar a outra parte envolvida em uma informação
ou denúncia, para prevenção de desmentidas, dando oportunidade de defesa a
ambos os lados. É um pressuposto do Jornalismo.
Clichês- Clichê,
chavão, frase feita, são expressões que se tornaram vazias de sentido ou se
trivializaram, por força de terem sido demasiadamente repetidas. Os clichês
devem ser evitados, pois empobressem o texto em termos de qualidade.
Jabá- Algumas relações entre jornalistas e os
assuntos de suas matérias chegam a ser promíscuas, principalmente quando as
fontes e personagens oferecem benefícios materiais em troca de exposição na
mídia, publicidade ou elogios. Na maior parte das vezes, porém, este tipo de
"propina" ou "suborno" ocorre tacitamente, veladamente,
para evitar que alguma das partes seja formalmente acusada. Uma maneira comum
de oferecer esta troca é enviar presentes ao responsável pela matéria. No
Brasil, esta prática de suborno implícito é chamada pelo jargão jabaculê
ou simplesmente jabá. O jabá ocorre frequentemente com críticos e no
Jornalismo Cultural.
Recomendada/ Reco/ Rec- Também é um problema ético quando
determinadas assessorias de imprensa negociam com jornalistas dos veículos a
inclusão na pauta de determinado assunto que seja de interesse da instituição
ou do indivíduo que elas assessoram. Nos casos em que o assunto, por conta
própria, não tenha valor noticioso suficiente para ser publicado, diz-se que a
matéria foi "plantada" na redação, ou seja, nascida no ambiente
externo à redação, e não naturalmente, pelo "faro" dos repórteres. Quando, por outro lado, a pauta é
indicada por um superior na redação, por um dos diretores, executivos ou até
pelo dono do veículo, diz-se que a matéria é "recomendada", termo que
no jargão jornalístico é conhecido como reco,
pauta rec ou pauta 500.
Cascata- Texto
insignificante, repetitivo e muitas vezes até mentiroso ou vazio de informação,
fruto de reportagem mal apurada ou de necessidade de preencher um espaço a
qualquer preço, naturalmente causando prejuízos ao leitor, telespectador ou
ouvinte.
Dedo-duro- É
a referência colocada em uma matéria para remetê-la para outro assunto em
página diversa.
Press-release/ Release/Rilise- Press releases
ou Comunicados de imprensa, ou apenas releases são
documentos divulgados por assessorias de imprensa para informar, anunciar,
contestar, esclarecer ou responder à mídia sobre algum fato que envolva o
assessorado, positivamente ou não. É, na prática, uma declaração pública
oficial e documentada do assessorado.
O release deve conter informação
jornalística com objetivo promocional para o assessorado, ou seja, ser ao mesmo
tempo de interesse jornalístico e institucional. Pode ser definido como o
material informativo distribuído aos jornalistas para servir de pauta ou ser
veiculado completa ou parcialmente, de maneira gratuita. É uma proposta de
assunto, um roteiro, uma sugestão de pauta, mas do ângulo de quem o emite.
Existe ainda o Press release direcionado, que é
enviado com exclusividade para um único veículo quando se pretende negociar uma
relação mais próxima entre a Assessoria e um órgão específico de imprensa.
Checar/ Apurar- É o processo de averiguar informação em estado bruto (dados, nomes,
números etc.). A apuração é feita com documentos e pessoas que fornecem
informações, chamadas de fontes.
A interação de jornalistas com suas fontes envolve frequentemente questões de
confidencialidade.
Pauta- É a seleção dos assuntos que
serão abordados. É a etapa de escolha sobre quais indícios ou sugestões devem
ser considerados para a publicação final.
Gêneros Jornalísticos:
Opinativos- Os gêneros opinativos (editorial,
comentário, artigo, resenha/crítica, crônica, coluna, caricatura e carta) além
de fornecerem os dados, também oferecem a opinião do jornalista e a sua posição
em relação aos fatos, tratando de convencer o leitor de que essa é a posição
mais adequada ou correta.
Informativos- Os gêneros informativos (entrevista,
nota, notícia, reportagem e matéria) têm como características a suposta “não
contaminação” pela opinião, valoração e ideologia; a objetividade, a análise
fria e racional dos fatos; a informação do que é atual.
Gêneros Informativos:
Entrevista - É um relato que privilegia um ou mais protagonistas do
acontecimento, possibilitando-lhes um contato direto com a coletividade. É
produzida pela equipe de reportagem e transmitida tanto pelo repórter como pelo
locutor, que interagem com o(s) entrevistado(s) durante a conversa.
Nota - Texto curto sobre algum fato que seja de relevância
noticiosa, mas que apenas o lead basta para descrever; muito comum em colunas.
Notícia-
É o relato integral de um fato que já eclodiu no organismo social. Também é
produzida pela equipe de redação e transmitida pelo locutor. O boletim do
repórter é o relato parcial ou integral dos fatos. É produzido e transmitido
pelo repórter. O locutor faz a chamada do boletim, podendo interagir com o
repórter nas transmissões “ao vivo”.
Reportagem- É o relato ampliado de um acontecimento que já repercutiu no organismo
social e produziu alterações que são percebidas pela instituição jornalística.
Também é produzido e transmitido pelo repórter. O locutor faz a chamada da
reportagem, podendo interagir com o repórter nas transmissões “ao vivo”.
Matéria - Todo texto jornalístico de descrição ou narrativa
factual. Dividem-se em matérias "quentes" (sobre um fato do dia, ou
em andamento) e matérias "frias" (temas relevantes, mas não
necessariamente novos ou urgentes).
Referências:
Material
em sala de aula referente ao período de 06/03/12 a 17/04/12
BRANDÃO,
Jaqueline Alves. Pirâmide Invertida e a Escrita para a
Web. Enlink, 11 out.
2011.< http://www.enlinkbuilding.com.br/ > acesso em: 4 out. 2012.
SOUSA, Jorge Pedro. Jornalismo on-line. Instituto Politécnico de Viseu. < http://www.ipv.pt/ > acesso em 5 out. 2012.
DO PRADO, Cristiane. A
trajetória do jornalismo impresso para o jornalismo digital. Monografias Brasil
Escola. < http://monografias.brasilescola.com/ > acesso em: 5 out. 2012.
GOULART, Alexander. Uma lupa sobre
o jornalismo de revista. Observatório da Imprensa, 4 jul. 2006. < http://www.observatoriodaimprensa.com.br/
> acesso em: 5 out. 2012.
SÉRGIO, Ricardo. Tipos de Clichês.
Recanto das Letras, 16 mai. 2010. < http://www.recantodasletras.com.br/
> acesso em: 5 out. 2012.
EXCERTO DE PEREIRA, Rose Mary F.;
ROCHA, Thaís Ferreira. Relembrando o Gênero Jornalístico Opinativo. O
Vigillante, 7 OUT. 2010. < http://ovigillante.com/
> ACESSO EM: 6 OUT. 2012.

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